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sexta-feira, junho 25, 2010

Dilemas de noiva de segunda viagem

Pra começar: o vestido. Como um vestido de noiva encalhado no armário já é muita coisa, resolvi que ter dois nem pensar. O meu é simples, pode ser usado de dia, e ainda me traz as melhores lembranças. Então que ninguém espere surpresas. Se o marido é o mesmo, vestido idem.

A única coisa que me resta fazer é: experimentar (e torcer para que ainda me sirva!) e mandar lavá-lo (porque andar descalça num pub imundo no final da noite não ajudou a mantê-lo muito limpo).

Sapatos também nem vou me dar ao trabalho de comprar novos, porque vou tirá-los assim que sair da igreja e andar descalça mesmo (ou alguém me viu de sapato no casamento I?)

Uma vez que o vestido é o mesmo, eu queria pelo menos usar um cabelo diferente. Para felicidade (e insistência) do marido e da sogra, dessa vez ele vai ser preso. Gosto desses aí de baixo, que não são nem muito presos, nem soltos. 



O problema é que eles não combinam com véu. Então acabei achando esse aqui que acabou virando meu preferido:


Mas aí não sei se dá para se feito com o comprimento do meu cabelo. Então isso eu vou combinar com quem quer que seja que vá ficar responsável pela tarefa, já que vai ter que ser algum cabeleireiro de Killarney. E vou tentar nem me preocupar mais.

Outra das minhas preocupações eu espero resolver amanhã mesmo. A compra de uma pashmina, para caso não esteja tão quente assim (já que aqui na Irlanda, mesmo no verão, calor mesmo só quando o sol resolve aparecer). 

A idéia é que ela seja mesmo ivory (como o vestido) ou bem clara. Caso eu não encontre nada que combine, vou usar mesmo um pouco de cor (de preferência em algum tom clarinho de lilás).



Uma vez decidido isso, o último detalhe é o buquet que também vai ter que ser comprado em Killarney (adivinha por quem?). Da primeira vez escolhi lírios, mais especificamente callas roxas. Como elas são minhas flores preferidas (só perdendo para os girassóis, que eu cheguei a cogitar como opção), eu provavelmente vou escolhê-las de novo, dessa vez talvez brancas. 



E por último, a parte mais chata que é escolher as leituras e hinos para a missa, eu também quero ver resolvida nesse fim-de-semana. Mas isso eu vou acabar deixando a cargo de I. Só me resta informá-lo da tarefa. ;)

Acho que não me esqueci de nada. Ou esqueci?

N.

PS. comentários e/ou sugestões são muito bem-vindos!


3 comentários:

Wagner, DUBLIN disse...

Espero que vc encontre um cabeleireiro à altura para resolver seus dilemas.Particularmente tenho uma paixão por cabelos presos, afinal vc não está indo tomar um banho de mar, muito menos voar em Asa Delta. É um evento social, que ficará registrado para o resto de suas vidas...já pensou em todas as vezes que olhou seu album ou fotos do Brasil e pensou...devia ter prendido o cabelo.

Nivea Sorensen disse...

Oi Wagner,

Obrigada pelo comentário.

Quem fez meu cabelo em SP ficou chatiadíssimo por eu não querer prender. Mas eu sei o quanto eu ficaria descomfortável com ele preso. E mais do que isso, eu quero daqui há alguns anos olhar aquelas fotos e me reconhecer. Por isso escolhi o cabelo solto, o vestido sem brilho, e não fiz dieta! Ou seja, sou eu, do jeitinho que eu sou mesmo. E não penso que poderia ter feito diferente.

Mas dessa vez para não ficar absolutamente igual nas fotos, vou usar o cabelo preso mesmo para felicidade geral dos cabeleireiros e da família Sorensen.

Um beijo grande,
N.

Wagner, DUBLIN disse...

seus problemas (dilemas) se acabaram...chegou: Cabeleireiro inovator tabajara delivery, em Killarney...kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk